Até gostei do artigo, no sentido em que nós provoca pensar na relação entre um "movimento" sem território e a sua auto-imagem, mas acho que mais contexto seria útil.
Se não me engano, muito tem sido dito ultimamente em crítica do MST, pela isquerda brasileira, e conversamente, a isquerda institucionalizada tem sido ferozmente criticada pela liderança do MST.
O artigo não romantiza (per se) o MST, mas não faz críticas especificas dirigidas às estruturas de poder do Movimento, como as hierarquias políticas e sociais afeitam estas "produções", que ao final das contas são muitas vezes estratégias políticas.
1 Comments:
Até gostei do artigo, no sentido em que nós provoca pensar na relação entre um "movimento" sem território e a sua auto-imagem, mas acho que mais contexto seria útil.
Se não me engano, muito tem sido dito ultimamente em crítica do MST, pela isquerda brasileira, e conversamente, a isquerda institucionalizada tem sido ferozmente criticada pela liderança do MST.
O artigo não romantiza (per se) o MST, mas não faz críticas especificas dirigidas às estruturas de poder do Movimento, como as hierarquias políticas e sociais afeitam estas "produções", que ao final das contas são muitas vezes estratégias políticas.
Paula e Julio, o que acharam do artigo?
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